domingo, 28 de abril de 2013

As Ladies Marian em duas versões de Robin Hood

Mesmo quando o filme traz um homem na figura central da trama, não deixo de observar como as mulheres são vistas pelos seus roteiristas e diretores.

Uma personagem instigante é Lady Marian que aparece nos filmes como par romântico de Robin Hood. A literatura mostra que nem sempre foi constante a forma de representar esta personagem e isto pode ser perceptível quando tomamos dois filmes recentes sobre o legendário arqueiro.
 
Uma das versões é a de Kevin Reynolds (1991) Robin Hood, o Príncipe dos Ladrões (Robin Hood, Prince of Thieves) que traz  Mary Elizabeth Mastrantonio como a atriz que desempenha o papel de Lady Marion. A sua primeira aparição no filme já mostra um conflito de gênero quando luta com Robin Hood (Kevin Costner) inicialmente com a espada e depois no corpo-a-corpo, quando é vencida. Neste momento, ela está usando uma armadura preta. Com a presença de Robin Hood, Lady Marion vai perdendo este ar mais agressivo e tornando-se dependente da proteção dele. Robin já havia prometido ao irmão de Lady Marion, morto em batalha, que a protegeria. Lady Marion é forçada a se casar com o xerife de Nothigham (Alan Rickman) que trava uma luta mortal com Robin Hood no dia do casamento, logo após a benção do bispo. Uma luta que Lady Marion só assiste.
 
Já a versão de Ridley Scott, 2010, Robin Hood (Robin Hood) traz como Lady Marion  a atriz britânica Cate Blanchett. A personagem vive com o sogro e espera o retorno do seu marido, um nobre cavaleiro da guarda de Ricardo Coração de Leão, que ao morrer pede que Robin Logstride, um arqueiro, retorne para informar ao pai sobre sua morte. Durante a ausência do marido, Lady Marion protege a aldeia de roubos e tenta se livrar do assédio do cobrador de impostos. A atração entre Robin e Lady Marion é gradativamente apresentada em sequências que mostram ora uma simetria de gênero ora as assimetrias, a exemplo da cena em que ela tenta salvar um filhote de animal de um afogamento. Robin prevê a frustração da iniciativa e resgata o filhote, dando a entender que as mulheres seriam mais emotivas e, por isso, mais impulsivas e  fadadas a gestos sem sucesso. Apesar disso, no final, durante a batalha decisiva que se dá na praia, Lady Marion usa armadura e alinha-se aos cavaleiros para atacar o inimigo. Como não cabe à heroína matar o antagonista, ao travar uma luta contra o malfeitor, desequilibra-se do cavalo e quase é afogada pelo oponente. Quando Robin percebe a investida contra a amada, resgata -a e de quebra mata o inimigo. Esta cena é muito parecida com a do filhote que está se afogando até ser resgatado por Robin Hood. Neste sentido, a assimetria de gênero é reforçada para destacar o papel de gênero atribuído ao homem em duas dimensões sociais (micro e macro): salvar a mulher e libertar o país do inimigo.
 
Se compararmos os dois filmes, vemos que a versão de 2010 está mais próxima de uma representação feminina mais ativa, companheira e lutadora. As relações de gênero se apresentam mais simétrica do que na versão anterior. Mesmo em casa, a presença de Lady Marion é decisiva para a sobrevivência da aldeia já que ela ara a terra, planta, colhe e estoca o alimento enquanto os maridos estão fora em batalha. Na cena em que está prestes a ser estuprada, se defende e consegue livrar-se do inimigo, golpeando-o e matando-o, sugerindo que nem sempre uma mulher terá um homem ao seu lado para livrá-la dos incômodos e que terá de encontrar sozinha meios para sair de situações embaraçosas e, no extremo, violentas. 

Ambas as narrativas não escapam do peso da tradição e ao olhar masculino por detrás das câmeras. Afinal, o filme é sobre Robin Hood e não Lady Marion, mesmo com alguns momentos de equiparação de gênero ao longo do texto.

Como seria um filme do ponto de vista dela?
 
foto divulgação

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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Ex Terminadora (ExTerminators, 2009)


Quem assina a direção desta comédia é um diretor, mas o roteiro é de Suzanne Weinert. O título nos leva a pensar no que essas mulheres exterminam e a começar pela capa do DVD vemos que se trata de um ajuste de contas entre mulheres e agressores.

Suzanne Weitener
Tudo começa quando uma delas Alex (Heather Graham) é demitida do emprego pelo chefe que em tom cerimonioso e ao mesmo tempo jocoso a despede. Ao chegar mais cedo em casa, encontra o marido com outra mulher mais jovem que a trata por cunhada, supondo que o marido a tivesse apresentado como irmã. Para dissipar a sua angústia, atira-se ao consumo e na disputa por uma blusa acaba socando um homem que comprava a mesma peça para a namorada. A justiça decreta sessões de terapia coletiva quando Alex conhece um grupo de mulheres que foram agredidas, usurpadas por seus namorados, chefes ou maridos.

Nestes encontros, Alex conhece Stella (Jennifer Coolidge), dona de uma empresa de extermínio de animais nocivos herdada de seu avô. Stella, infeliz no casamento, pede divórcio ao marido que trata de roubá-la. Quando retorna para casa, Stella flagra o assalto e desnorteada invade o espaço com carro, atropelando o marido. Afinal, o seu problema era usar o carro como arma. As contigências da vida levaram-na a mudar o objeto de extermínio. Nikki (Amber Heard) uma assistente de dentista é assediada no trabalho. Ela também foi traída quando adolescente na escola. Um rapaz ia oferecer dinheiro para que ela tivesse relações sexuais com o irmão que era retardado. Como ela queria um vestido que não podia comprar, aceitou a tarefa, mas o rapaz não quis pagar. Ela o ameaçou e obteve o valor combinado.  Kim (Joey Lauren Adams) é uma mulher espancada pelo marido; Marsha (Farah White) é uma mulher rica instisfeita e Danielle (Eloise DeJoria) encomenda a morte do esposo. Todas elas têm seus motivos para se livrar dos agressores e as técnicas variam: morte por arsênio, perseguição e “acidentes” de carro, pistola de choque, tortura, entre outras. À medida que elas vão agindo, o número de participantes das sessões vai aumentando, sugerindo que as sessões só teriam efeito se elas não tivessem mais contato com os agressores.

O ambiente é o Texas, como é usual, pois as diretoras gostam de trazer o Oeste dos Estados Unidos como cenário para contextualizar as ações machistas. No bar, como de praxe, enquanto as mulheres estão bebericando, os homens as desrespeitam. Em uma das cenas, o marido de Kim chega no bar e exige que a mulher volte com ele para casa, mas ela resiste e leva um tapa. Nikki toma as dores e parte para cima do marido em defesa da amiga. Em outro momento, um rapaz passa a mão nas nádegas das mulheres enquanto elas passam para o sanitário. Mais uma vez Nikki percebe que as mulheres se sentem desencorajadas para enfrentar o rapaz, embora se mostrem constrangidas, e ateia fogo nele com o isqueiro. Parece uma atitude insana, mas haveria outrra forma? As mulheres são desrepeitadas e nada podem fazer, a não ser indignarem-se, até que uma delas cometa uma "loucura", isto é, enfrente os agressores.

O filme é para ser uma comédia, mas traz questões seriíssimas sobre a violência contra as mulheres e sobre a forma das mulheres agirem em função da impunidade e morosidade da justiça. Com os extermínios, as mulheres começam a buscar ajuda para os seus problemas imediatos, deixando a polícia sem ação, já que as mortes são silenciosas “silent revolution” e elas não delatam uma as outras, mesmo uma delas tendo um relacionamento amoroso com um dos investigadores.

Exterminadoras é um filme para ser visto com olhos críticos porque trata de questões que interessam as mulheres, inseridas em um mundo machista no qual a sobrevivência depende do grau de coragem, resignação ou de loucura. Esta loucura representa a resposta a uma loucura muito maior que é o sexismo e o machismo.

Vale a pena assistir.

Ficha Técnica:

Título no Brasil: Exterminadoras
Título Original: ExTerminators
País de Origem: EUA
Gênero: Comédia
Classificação etária: 16 anos
Tempo de Duração: 92 minutos
Ano de Lançamento: 2009
Estúdio/Distrib.: Vinny filmes
Direção: John Inwood

Elenco Principal:
Heather Graham ... Alex
Jennifer Coolidge ... Stella
Matthew Settle ... Dan
Amber Heard ... Nikki
Joey Lauren Adams ... Kim
Sam Lloyd ... Hutt
Farah White ... Marsha
Drena De Niro ... Dr. Press
Glenn Morshower ... Boss
Kathy Lamkin ... Land Lady
Charlie Robison ... Rick
Andy Buckley ... Steven Cantor
Jeff Schwan ... Detective Pete
Eloise DeJoria ... Danielle

Fontes:
http://www.imdb.com/name/nm0918299/ - IMDB
http://www.imdb.es/title/tt1209378/#comment - IMDB

domingo, 11 de março de 2012

A informante (Whistleblower, 2010)

Denso. Dramático. Angustiante.

Larissa Kondracki e Eilia Kirwan
O filme dirigido por Larissa Kondracki e roteirizado por Eilis Kirwan e a própria Larissa Kondracki é imperdível, sobretudo para quem se interessa pelas questões de gênero e pela violência contra a mulher. Diferentemente dos filmes que comumente assistimos, em que as mulheres são violentadas pelos seus maridos, ou seja, tratados como um assunto privado, o filme de Kondracki destaca o lado público da questão, expondo a rede internacional de tráfico de mulheres, tendo como fundo o momento pós-guerra na Bósnia. A atriz Rachel Weisz vive uma policial, Kathy, que é enviada para a Bósnia para ser mediadora da paz, na condição de pacificadora das Nações Unidas (ONU). Porém, ao chegar à Bósnia vê o quanto as mulheres são maltradas por razões étnicas e de gênero, sendo violentadas abusivamente por homens de diferentes setores da sociedade: donos de bar, policiais e agentes internacionais, todos envolvidos no tráfico de mulheres.

As cenas são fortes e mostram as torturas vivenciadas pelas mulheres forçadas a realizarem as fantasias mais perversas dos homens. Uma delas Raya acaba conhecendo a policial Kathy que pretende defendê-la, mas não consegue diante da corrupção entre os seus colegas de corporação.

O filme expõe uma rede internacional bilionária que vive do tráfico humano e do sofrimento de várias mulheres, adolescentes e jovens que partem em busca de melhores condições de vida e se deparam com situações de extrema violência. Em uma das cenas, Raya é violentada por um cano de ferro, enquanto às outras são forçadas a assistirem a cena, como exemplo a não ser seguido.

Baseado em fatos reais, ficamos perplexos com o fato de pessoas subjugarem outras no limite da degradação humana, animalizando-as e transformando-as em escravas do prazer em uma sociedade decaída e devastada pela guerra. Reconstruir um país com os vícios daqueles que vão promover a paz parece irônico, soa zombeteiro, na medida em que um país fragilizado pela guerra acaba não recebendo ajuda, mas, ao contrário, sendo alvo de traficantes de toda ordem.

Fico imaginando a Grécia...

Mais uma vez as diretoras de cinema mostram um cinema engajado politicamente feminista.

terça-feira, 6 de março de 2012

VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES NOS FILMES


Uma mulher casada ou solteira é submetida a maus tratos pelo marido ou amante. Esta ideia já serviu de roteiro para vários filmes e a postagem aqui seria longa se analisássemos cada um deles. Alguns destes filmes foram dirigidos por homens, outros por mulheres, mas o importante é que o tema tem sido bastante filmado ao longo dos séculos. O que isso significa?

No dia 08 de março, o mundo se volta às questões da violência contra a mulher, não que em outros dias esta situação não seja acompanhada com intervenção de entidades e de pessoas, mas neste dia formou-se uma rede de ações que dão visibilidade a um problema sério no tecido social. Um problema que adoece a sociedade, transformando os homens em criminosos e as mulheres em cadáver.

A sociedade tem sido a mortalha para muitas mulheres.

Os filmes que tratam da violência contra a mulher são em geral ambientados no espaço domiciliar, com maridos violentos que buscam a todo custo submeter às mulheres a maus tratos físicos e psicológicos. Eis alguns:

Tina, de Bran Gibbson, 1992: narra a história da cantora Tina Turner que sofria na vida real violência de seu marido Yve Turner. No cinema, a atriz Angela Basset personificou a cantora.

Dormindo com o Inimigo, Joseph Rubem, 1990: narra a história de uma mulher recém-casada que é submetia a cárcere privado e violência doméstica. O filme foi estrelado por Julia Roberts.

Nunca Mais, Michael Apted, 2001: O filme conta a história de uma garçonete (Jennifer Lopez) que se casa com um homem rico e sofre extrema violência física durante o casamento.

Terra Fria, Niki Caro, 2005: uma mulher vai trabalhar em uma carvoaria e sofre todo tipo de violência, desde a física à psicológica.

Enquanto Ela está Fora, de Susan Monford, : uma mulher casada com um filho sofre violência do marido. Durante uma das agressões, ela sai para comprar papel de presente e no estacionamento do shopping é acuada por quatro homens que resolve persegui-la.

Thelma & Louise, Ridley Scott, 1991: Apesar de ser dirigido por Scott, o filme foi escrito por Callie Khouri, uma das poucas cineastas feministas norte-americanas que consegue comercializar seus filmes. Thelma (Geena Davis) e Louise (Susan Sarandon) são amigas e resolvem sair no final de semana para se divertirem. Thelma é casada com um homem machista e Louise tem uma relação com um homem, biotipo latino, assim como o de Thelma, que também é violento. Durante a viagem de lazer, após paparem em um bar, Thelma é quase estuprada por um homem que é morto por Louise.

Terras Perdidas, Jocylin Moorhouse, 1997: narra a história de três irmãs que são sexualmente aliciadas pelo pai, provocando grandes traumas nas duas. Além disso, o filme mostra ainda como as mulheres são sacrificadas pela ignorância, pois uma delas desenvolve câncer de mama e a outra esterilidade em razão de substâncias tóxicas encontrada na água.

Esposas de Stepford, de Brian Forbes, 1975: narra a história de uma mulher casada, com dois filhos, que trabalha fora, mas é persuadida a morar em um subúrbio onde as mulheres vivem exatamente como os homens desejam, mas para isso elas precisam morrer.

Flor do Deserto, de Sherry Hormann, 2009: o tema principal é a mutilação. Uma mulher africana é mutilada, mas na fase adulta consegue ir para Londres onde começa a trabalhar como garçonete. Neste lugar, um homem a convida ser modelo.

Encantadora de Baleias, Niki Caro, 2002: uma menina é rejeitada pelos patriarcas maori por ser mulher, muito embora tenha todo o perfil de líder espiritual, mais do que os meninos.

Meninas, Sandra Werneck, 2006: a violência social funde-se com a de gênero. Em forma de documentário, várias histórias de adolescentes se cruzam, mostrando a violência que sofrem no dia-a-dia pelo fato de serem mulheres. Um dos temas é a gravidez na adolescência.

O Poder do Amor, Lasse Halsström, 1995: com roteiro da feminista Callie Khouri, o filme mostra a opressão de um pai e marido sobre as filhas e esposa.

O Piano, Jane Campion, 1993: o filme narra a história de uma mulher, mãe solteira, muda, que é enviada para a Nova Zelândia a fim de se casar com um homem que sequer conhece. Lá sofre violência por parte do marido e do amante.

Razão e Sensibilidade, Ang Lee, 1995: No século XIX, duas irmãs vivem os dissabores por serem pobres, sem dote, considerando que este era uma condição sine qua non para o casamento. É a violência de uma sociedade contra as mulheres.

Sonhos Roubados, Sandra Werneck, 2009: três amigas adolescentes que moram na periferia são abusadas por amantes e padrastos. Gravidez, estupro, aliciamento, são temas deste filme.

Tomates Verdes & Fritos, Jon Avinet, 1991: narra a história de duas amigas que abrem um restaurante, sendo que uma delas é casada e sofre violência doméstica.
 
A lista é enorme, mas fico por aqui. Podemos perceber neste pequeno corpus o quanto os anos 90 foram profícuos para o tema da violência contra a mulher.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Oscar 2012 e outras coisas mais

O Oscar 2012 não traz diretoras concorrendo à estatueta. O que é lamentável. Os homens são absolutos nesta versão:


Michel Hazanavicius - "O artista"
Alexander Payne - "Os descendentes"
Martin Scorsese - "A invenção de Hugo Cabret"
Woody Allen - "Meia-noite em Paris"
Terrence Malick - "A árvore da vida"


No entanto, em outras categorias, como melhor roteiro, vemos a presença delas. Em Missão Madrinha de Casamento, Kristen Wiig e Annie Mumolo tentam levar o prêmio com uma história que tem sido o filão de muitas diretoras, o gênero comédia-romântica com peripécias matrimoniais. No entanto, como elas são estratégicas, e não poderia deixar de ser, conseguem passar por meio de assuntos corriqueiros e sem muita importância questões sérias, não vou tecer maiores reflexões. Terei de assistir antes.


O interessante em relação a tudo isso é que somente a função de diretor é marcada nominalmente, os outros componentes da ficha técnica ficam à sombra do filme. Qual o risco disso: dar importância aos outros profissionais? Torná-los conhecidos para o público? Fora o diretor, apenas o compositor da trilha sonora possui destaque nominal, mas isso tem raízes históricas.


Houve um tempo em que o compositor da trilha sonora tinha o mesmo status do diretor, inclusive em muitos filmes, os mais antigos, isso era identificado com um realce gráfico: o tipo e o tamanho da letra para ambos eram os mesmos. O nome vinha isolado na tela e centralizado. Além disso, quando os nomes do diretor e compositor apareciam, os acordes ficavam mais intensos, mostrando ao espectador que aquelas pessoas eram valiosas, mereciam atenção. Hoje em dia, o compositor perdeu o status e o diretor vem disputando com o produtor o lugar de realce, já que este aparece antes da narrativa iniciar, tendo uma vinheta especialmente feita para a sua aparição. Como se esquecer da vinheta da FOX com aquele número 20 dourado em contraplongé com as luzes dos holofotes cruzando o ar sobre o seu número?


Em termos de Brasil, a quantidade de filmes lançados ainda não tornou familiar as marcas das produtoras brasileiras, o que pode ser considerado um ponto positivo, embora algumas marcas já começem a se sobressair: a Quanta, a Raccord, Araçá Azul, Bossa Nova, Foccus, 02, Panda, REC. A logomarca é imprescindível para a sua fixação na memória do espactador. A Raccord, por exemplo, é uma das mais criativas, a meu ver: traz um terminologia do cinema, raccord, emoldurada por uma película de filme e a figura de um elefante. O site Cinema do Brasil, um programa feito para incrementar a política de exportação de filmes através de co-produções, possui em seu cadastro 117 produtoras de filmes, fora as outras que não são associadas ao programa.
Voltando ao Oscar, resta aguardar para ver se as mulheres que compõem outras funções menos visíveis, como figurino, no qual elas historicamente têm tido maior representatividade, serão as eleitas pela academia.


Parece-me que no quesito trilha sonora, na qual participam o brasileiro Carlinhos Brown e Sergio Mendes, este há muitos anos radicado nos Estados Unidos, o Brasil tem grandes chances com o filme Rio. Há duas concorrentes apenas e, embora não tenha escutado a música do outro filme, acredito e confio no trio de compositores, dos quais dois são brasileiros e uma é norte-americana.

Fonte: http://www.cinemadobrasil.org.br/produtoras_list.php

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Adiamento do Retorno

Em razão dos problemas que a cidade vem sofrendo nos últimos dias, resolvi, por prudência, adiar o curso para o dia 25 de fevereiro. Esperamos por todas(os) vocês.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

II CINEMA E MULHER - RETORNO DAS FÉRIAS

Voltamos às nossas atividades extensionistas com o II Cinema e Mulher. Temos mais dois dias - 04 e 11 de fevereiro e daí encerraremos esta versão. Não se esqueçam do TCCEX com uma análise sobre um filme dirigido por uma mulher brasileira. Data de envio até 18/02.

FILMES DE TEMÁTICA NATALINA

Enfim, de volta! Depois de anos de ausência, agora já aposentada, resolvi retomar a escrita e os blogs. Hábito do ofício. Ultimamente tenho ...